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Dadá maravilha, (O Beija flôr), Tri-campeão mundial e artilheiro por onde passou...


Dadá Maravilha, o Dario José dos Santos, folclórico centroavante do Galo, (onde foi campeão brasileiro em 71 e mineiro em 70 e 78), Campo Grande, Flamengo, Internacional, Sport, Goiás, Bahia, Ponte Preta, Paysandu, Náutico, Santa Cruz, Coritiba, América-MG, Nacional-AM, XV de Piracicaba, Douradense e Seleção Brasileira, vive em Belo Horizonte (MG) onde é comentarista da TV Alterosa/SBT e assina uma coluna em um jornal.

Dadá Maravilha, artilheiro por três vezes do Brasileirão (em 71, pelo Atlético Mineiro marcou 15 gols,  em 1972, também pelo Galo, marcou 17 gols e, em 1976, pelo Internacional, marcou 16 gols), é um dos mais folclóricos jogadores da história do futebol brasileiro. Mesmo sem ter muita técnica, Dadá Maravilha foi um grande goleador e chegou até a ser reserva da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1970.

No Sport Club Internacional, em 76, formou uma das melhores equipes do mundo na década de 70. O centroavante foi essencial para o Colorado bicampeão nacional. O time-base do Internacional era: Manga; Cláudio, Figueroa, Marinho e Vacaria; Caçapava, Falcão e Batista; Valdomiro, Dario e Lula. O técnico era Rubens Minelli.

Costumava e costuma ainda fazer frases bem-humoradas. Pela famosa jogada de cabeça, na qual costumava parar no ar, Dadá Maravilha se apelidou de "Beija-Flor". Também chegou a falar que "para a problemática ele era a solucionática."

É o atacante que conseguiu mais títulos de artilheiro em campeonatos por diferentes estados brasileiros. Foi o maior goleador dos campeonatos mineiros (1969, 1970, 1972 e 1974, com 30, 16, 22 e 24 gols, respectivamente).



Pelo Carioca de 1973, foi o artilheiro com 15 gols, defendendo o Flamengo.

Pelo Pernambucano, foi o máximo goleador nos anos de 1975 e 1976, com 32 e 30 gols, respectivamente.

Também foi artilheiro no Amazonas, defendendo o Nacional, em 1985, marcando 14 gols.

Costumava dizer que nunca marcou gol de pênalti, mas houve pelo menos uma exceção: pelo Bahia, prometeu o gol "Paulo Maracajá", em homenagem ao então presidente do Tricolor Baiano e marcou, de pênalti, cumprindo a promessa.

Fracassou em suas tentativas de ser treinador na Ponte Preta e em Brasília.

Dadá nasceu no Rio de Janeiro em 4 de março de 1946 e não conseguiu realizar um sonho como jogador profissional: defender o Sport Club Corinthians Paulista.

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