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ESCÂNDALO NO CONDE: Vice-prefeito paga pensão de filha com salário da mulher...

O pagamento é feito com o salário recebido da prefeitura pela ex-mulher do vice prefeito que mora em Goiás


O estopim da bomba foi aceso pelo vice-prefeito da cidade, o empresário da construção civil Dedé Sales, numa ação desprovida de legalidade, de ética e sobretudo de compostura moral.

Hoje, denúncia chegada à redação d’APALAVRA, robusta de provas, atesta que o vice-prefeito condense estaria na prática pagando pensão alimentícia a uma filha com dinheiro da prefeitura e isto através de uma sinecura dada à ex-esposa que mora a pelo menos dois mil e quinhentos quilômetros do paradisíaco litoral sul paraibano, em Caldas Novas, a rica estação termal localizada perto de Brasília, no Estado de Goiás.

A ex-mulher de Dedé, que atende pelo nome de Rose Aparecida Pimentel Lotti Moreira, com quem o empresário tem uma filha, foi nomeada logo no começo da gestão de Karla, em janeiro passado, com salário mensal fixado em R$ 2.500,00 que, obviamente, não tem tido a devida contrapartida laboral em face mesmo da distância que separa a premiada servidora do seu domicílio residencial.

Deputado pede apuração pelo Ministério Público

Rose Aparecida, que é natural de Brasília, apesar de figurar na folha de pagamento de pessoal da prefeitura do Conde mantém endereço na rua 27, quadra 25, casa 22, bairro Mansões Águas Quentes, Caldas Novas-GO, onde efetivamente reside.

A denúncia dá conta de que ela não pisou no Conde sequer para assinar o contrato de trabalho, o que naturalmente revoltará a população condense que acreditou em Karla Pimentel quando criticava o elevado número de não residentes no Município contratados pela gestão que a antecedeu, de Márcia Lucena.

A grande interrogação hoje no Conde é uma só: o vice está pagando a pensão de sua filha com o dinheiro do povo?


NA ASSEMBLEIA

A mesma denúncia aportou na Assembleia Legislativa do Estado e um deputado no dia 08 de fevereiro passado apresentou propositura, ainda não apreciada, pedindo apuração do Ministério Público para o que classifica como “contratação de funcionário fantasma” na prefeitura condense.

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