• Redação

Qual o prejuízo do seu clube em 2020 com a ausência de público nos estádios?

Jornalista do portal UOL, Daniel Lavieri, fez levantamento onde considerou as 20 equipes que disputam a Série A do Brasileirão


Apesar da necessidade de impedir a presença de público nas partidas do futebol brasileiro em razão da proporção que ainda toma a Covid-19 no país, é fato que mesmo os clubes da elite tiveram um prejuízo considerável. Seja pensando na festa das arquibancadas e o aspecto anímico bem como nas finanças de cada um deles.

Divulgação/Maracanã Foto: Lance!


Pensando no sentido econômico, o jornalista Daniel Lavieri, do portal 'UOL', fez um levantamento considerando documentos oficiais dos clubes enviados a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) referentes aos cálculos de prejuízo com os estádios vazios até a última rodada do Brasileirão realizada em 2020.


No aspecto geral, os clubes tiveram uma despesa de R$ 21 milhões que não pôde ser coberta com as receitas de bilheteria ou mesmo receitas indiretas dessa condição como, por exemplo, a venda de alimentos e bebidas na parte interna dos estádios e até uma queda na adimplência dos programas de sóci-torcedor.


Os clubes mais prejudicados nesse sentido dentro da Série A do Brasileiro foram os responsáveis pela gestão do Maracanã (Fluminense e Flamengo, adversários da última quarta-feira) que, somados, acumularam mais de R$ 5 milhões.


Utilizando uma estrutura bem menor do que o habitual Serra Dourada, o Goiás conseguiu mitigar esse tipo de custo, tendo incluído na documentação o custo de pouco menos de R$ 574 mil para atuar no estádio Hailé Pinheiro, tradicionalmente chamado de Serrinha.

A única equipe que não forneceu documentação direta para a CBF, entrando em contato direto com o jornalista para passar a informação, foi o Sport.


Confira abaixo o ranking detalhado em valores:


1º Fluminense: R$ 2.627.096,19

2º Flamengo: R$ 2.447.223,64

3º Atlético-MG: R$ 1.442.015,44

4º Botafogo: R$ 1.334.579,16

5º Palmeiras: R$ 1.120.313,13

6º - Vasco: R$ 1.096.343,73

7º Bahia: R$ 937.659,97

8º Ceará: R$ 929.596,41

9º Fortaleza: R$ 901.648,12

10º Santos: R$ 852.249,22

11º São Paulo: R$ 851.764,11

12º Sport: R$ 830.666,91

13º Coritiba: R$ 809.141,55

14º Internacional: R$ 801.512,72

15º Grêmio: R$ 788.737,00

16º Corinthians: R$ 762.457,68

17º Red Bull Bragantino: R$ 687.872,05

18º Athletico: R$ 599.672,24

19º Atlético-GO: R$ 582.090,38

20º Goiás: R$ 573.726,95

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